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  • 26 de jan.
  • 1 min de leitura

É claro que beijinhos, cheirinhos e até aquelas mordidinhas cheias de amor também são afeto. Mas a ciência mostra que existe algo ainda mais interessante acontecendo ali.


Quando mães beijam o rosto, as mãos ou os pezinhos do bebê, ocorre uma espécie de troca microscópica: o contato com a pele do bebê permite que o corpo materno reconheça micro-organismos presentes ali.


O que isso significa na prática? O organismo da mãe passa a produzir anticorpos específicos contra esses agentes – e muitos deles são transferidos pelo leite materno, ajudando a proteger o bebê de forma personalizada!


É como se o corpo da mãe estivesse constantemente “atualizando” o sistema imunológico do bebê, de acordo com o ambiente em que ele vive.


Esse tipo de comportamento não é exclusivo dos humanos: outros mamíferos também lambem, tocam e beijam sua prole – um cuidado que une instinto, vínculo e proteção.


Carinho que acolhe, conecta e também protege.


 
 
 

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