A trombose não é uma complicação comum da gestação. Mas o risco existe, e não termina quando o bebê nasce! 🚨
Segundo o RCOG, cerca de 1 a 2 mulheres a cada 1.000 apresentam trombose venosa durante a gestação ou nas primeiras seis semanas após o parto. A gestação aumenta o risco de trombose em cerca de 4 vezes, enquanto o puerpério pode elevar esse risco em até 20 vezes. Por isso, estar atento aos fatores que aumentam essa possibilidade é fundamental.
Como explica o Dr. Edson Cunha, ginecologista e obstetra do Nasce Saúde, identificar os fatores que aumentam esse risco faz parte de um pré-natal atento, e também do cuidado no puerpério.
Histórico de trombose, trombofilia, idade acima de 35 anos, obesidade, gestação múltipla, imobilidade prolongada, pré-eclâmpsia e cesariana estão entre as situações que podem aumentar a chance de um evento trombótico.
E tem um alerta que merece ser lembrado: inchaço e dor em uma perna, principalmente quando aparecem de forma diferente do habitual, precisam de avaliação médica! Falta de ar súbita, dor no peito ou tosse com sangue são sinais de urgência.
Nesse Dia Nacional de Combate e Prevenção à Trombose, o recado é simples: conhecer o risco também faz parte do cuidado.
Fonte: Royal College of Obstetricians and Gynaecologists (RCOG). “Diagnóstico e tratamento da trombose venosa na gestação e após o parto”. 2015.




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