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O bebê Henrique (foto acima) está prestes a completar 4 meses de vida. Durante todo esse tempo, está sendo amamentado pela técnica da RELACTAÇÃO. Sabe como funciona? Vamos contar a história da mamãe Letícia Milani, 34 anos, empresária em Porto Alegre, que superou dificuldades para amamentar no peito!

“Confesso que pensei várias vezes em desistir, mas hoje sei que a função vale a pena!”

Depoimento de Letícia Milani ao Nasce:

“Havia feito redução de seio aos 20 anos. Na época, não lembro do médico ter falado sobre a cirurgia impactar quando eu decidisse ser mãe. Durante a gravidez, era um assunto que me preocupava, mas não tinha como saber se poderia amamentar. Tinha duas amigas com o mesmo histórico: uma conseguiu, a outra não.

Quando Henrique nasceu, começou a saga da amamentação. Estava produzindo colostro e fiquei bem feliz. Ele veio direto para meu peito tentando sugar. As enfermeiras tentavam me ajudar com a pega, mas a cada hora vinham orientações diferentes. Ao sair do hospital, meus mamilos estavam bem machucados e Henrique passou a tomar fórmula.

Primeira mamada no hospital, pós-parto | Fotos: arquivo pessoal

Em casa, pensei que realmente não daria certo. Estava exausta, mas decidi fazer a consultoria de amamentação com a Daniela Flores, do Amamenta Porto Alegre, no dia seguinte. Dani me apresentou a fantástica ideia da sondinha e assim conheci a RELACTAÇÃO.

Testando com a máquina de extração, vi que produzia 20 a 30ml por cada mamada. E isso me motivou: cada gota que eu puder dar do meu leite para ele já está valendo a pena! O restante do mamá é complementado por fórmula, orientação da pediatra Ludmila Schatschneider.

No início, cada tentativa era uma função, com uma ‘parafernália’ envolvida: bico de silicone para os mamilos, preparar a mamadeira com fórmula, ajustar a sondinha… Eram de 6 a 8 mamadas por dia – e ele demorava para mamar tudo.

Confesso que várias vezes pensei em desistir. Mas, passadas as semanas iniciais, peguei o jeito e hoje consigo até colocar no escuro. É um desafio: 90% das mamadas são assim até hoje. É nosso momento de conexão, de vínculo. Ver meu bebê crescendo saudável é o que faz tudo valer a pena! Vamos seguir assim até os 6 meses e depois enquanto estiver bom para nós dois!

A maternidade me ensina que há situações que fogem do nosso controle. Estou sendo a melhor mãe possível – e real. Cada mulher tem uma experiência diferente de amamentação e é importante falarmos disso.”

Em casa (inicio a mamada sem a sondinha, pra ele sugar só o meu leite)

Leia também aqui no site do Nasce:
@@ Benefícios da amamentação a médio e longo prazo para os bebês
@@ Dicas para extração do leite materno

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