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Foto: @cegonhaimagens

Este é o mês em que você mais vai ler sobre o assunto: AGOSTO DOURADO tem como objetivo conscientizar o ano inteiro sobre a importância da amamentação. E o próprio nome da campanha, criada em 2017 no Brasil, já indica o motivo: a cor dourada está relacionada ao padrão ouro de qualidade do leite materno.

Amamentar o bebê desde os primeiros dias de vida traz reflexos positivos em todo o organismo não só na chamada Primeiríssima Infância (período até os 3 anos), mas muito além. Estudos de acompanhamento realizados nas últimas décadas comprovam os benefícios do aleitamento materno a médio e longo prazo.

“Investir em aleitamento materno é uma questão de saúde pública. Reduz doenças infecciosas, reduz mortalidade infantil, diminui obesidade, aumenta capacidade cognitiva das crianças… É a base da vida, é o alimento mais completo que existe”, explica a pediatra Carolinne Santin Dal Ri.

SAIBA MAIS

Benefícios da amamentação na COGNIÇÃO
É da Universidade Federal de Pelotas uma das principais descobertas da área. Tendo acompanhado 3,5 mil pessoas por mais de 30 anos, desde 1982, o estudo comprovou que os indivíduos que haviam sido amamentados por mais tempo se saíram melhor em testes de QI quando jovens adultos. Esse resultado pode vir tanto do valor nutricional do leite (rico em ácidos graxos saturados de cadeia longa, que contribuem para a agilidade do cérebro em seu desenvolvimento nos dois primeiros anos de vida) quanto do vínculo e dos estímulos que recebe da interação com a mãe ao ser amamentado. Além do QI, estes participantes também apresentaram maior nível de escolaridade e de renda.

SOBREPESO E OBESIDADE
Também pelo estudo da UFPEL, sabemos agora que a amamentação contribui para o menor risco de obesidade na vida adulta. A duração do aleitamento materno está associada a um maior índice de massa magra e menor gordura visceral.

DOENÇAS
Um estudo australiano acompanhou por 21 anos um grupo também de 3,5 mil bebês desde o início da década de 80. Concluiu-se que o aleitamento por um período mínimo de 4 meses já pode ajudar como substancial efeito protetor contra a diabetes na fase adulta. A amamentação pode contribuir para evitar o surgimento não apenas do diabetes tipo 1 na infância como também do tipo 2 (decorrente, na vida adulta, do consumo excessivo de açúcar).

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